Na terça-feira (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou a decisão de declarar o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, inelegível devido a abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022.
Embora a renúncia ao cargo tenha sido comunicada nesta segunda-feira (23), o processo continuou na Justiça Eleitoral.
O resultado da votação foi 5 a 2 em favor da inelegibilidade. As ministras Estela Aranha, Isabel Gallotti, Cármen Lúcia e os ministros Floriano de Azevedo Marques e Antônio Carlos Ferreira manifestaram apoio à medida. Por sua vez, o ministro Nunes Marques se posicionou contra a sanção.
Em parte discordante, o ministro André Mendonça se posicionou contra a aplicação da inelegibilidade a Cláudio Castro. Ele argumentou que, devido à renúncia de Castro, a anulação do mandato se tornou inviável.
O procedimento diz respeito às eleições de 2022, ocasião em que Castro foi reconduzido ao cargo de governador do estado.
O tribunal também determinou que Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado da presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj, são inelegíveis.
novos pleitos para posições majoritárias, recontagem dos votos para a Assembleia Legislativa.
O processo no TSE teve início antes que ele deixasse seu posto, com audiências ocorridas em novembro do ano anterior e no início deste mês. Durante essas reuniões, dois ministros se manifestaram a favor da cassação do mandato e da inelegibilidade do ex-governador. (Foto: Marcelo Regua)
Por Opinião em Pauta com informações do G1



