Na sexta-feira (14), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva que diminui, de forma retroativa, as tarifas impostas sobre carne bovina, tomates, café e bananas, entre outros produtos agrícolas, com efeito a partir de quinta-feira (13).
No documento, o membro do partido republicano menciona que a escolha foi feita “depois de analisar os dados e sugestões recebidas de especialistas, o progresso das tratativas com variados parceiros de negócios, a demanda interna contemporânea por alguns produtos e a capacidade interna vigente de fabricação de determinados itens“.
“À medida que a execução dessa ordem necessitar do reembolso de taxas alfandegárias pagas, os reembolsos serão realizados em conformidade com a legislação pertinente e os procedimentos habituais da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA para esse tipo de reembolso“, destacou.
Trump, por sua vez, enfatiza que o secretário de Comércio e o Representante Comercial dos EUA continuarão monitorando o que ele define como uma “emergência” relacionada ao déficit comercial dos Estados Unidos.
A partir de uma ordem executiva divulgada pela Casa Branca nesta sexta-feira (14), as tarifas de reciprocidade para café, carne, açaí e certas frutas tropicais, sejam frescas ou congeladas, foram diminuídas. Contudo, os detalhes sobre a extensão dessa redução ainda não são conhecidos.
A partir de agosto, os Estados Unidos impuseram uma taxa adicional de 50% sobre a importação de bens provenientes do Brasil.
Esse percentual foi resultado de duas determinações de Donald Trump: a primeira ocorreu em abril, estabelecendo uma sobretaxa de 10% sobre o Brasil, e a segunda entrou em vigor em agosto, somando um aumento total de 50% nas tarifas.
A Casa Branca divulgou um catálogo de itens que obtiveram isenção parcial de tarifas, incluindo aqueles que estão entre os mais exportados pelo Brasil para os Estados Unidos. De acordo com o governo dos EUA, essa decisão se aplica a produtos importados e retirados de armazém a partir de quinta-feira (13). (Foto: Reprodução)
Por Opinião em Pauta com informações do G1



