Em 2024, o Brasil retomou a 25ª colocação no ranking global da indústria de transformação, elaborado pela agência das Nações Unidas voltada para a promoção do desenvolvimento industrial, conhecida como Unido (United Nations Industrial Development Organization).
Este é o mais alto patamar alcançado pela indústria brasileira desde 2019. No ano anterior, o Brasil ocupava a 45ª colocação na lista.
Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), celebrou o progresso na classificação e afirmou que a instituição pública desempenha um papel essencial nesse avanço.
“Nos últimos dois anos, o BNDES já autorizou mais de R$ 196 bilhões em 145,5 mil operações de crédito no âmbito da NIB [Nova Indústria Brasil], o que corresponde a mais de 70% do montante planejado para o programa até o término do governo”, destacou o presidente em comunicado.
O chefe do Executivo destaca que o progresso da indústria no Brasil é “fruto do empenho do governo Lula em promover a neoindustrialização do país por meio de políticas públicas integradas e criativas, com ênfase na Nova Indústria Brasil (NIB).”
O presidente do BNDES ressalta que o crescimento da indústria superou o de outros segmentos.
No ano de 2024, os financiamentos do BNDES voltados para o setor industrial ultrapassaram aqueles destinados ao agronegócio, uma mudança que não ocorria desde 2017 e que sugere uma evolução na qualidade do crédito oferecido pela instituição.
Conforme o presidente da instituição financeira, “as liberações de crédito do Banco voltadas para micro, pequenas e médias empresas, incluindo o setor industrial, atingiram um patamar histórico no ano anterior. Além disso, registramos aprovações recordes na indústria farmacêutica, o maior montante de crédito autorizados para o setor automotivo desde 2017, o maior volume de crédito liberado para exportações desde 2014 e o segundo maior total de crédito aprovado para biocombustíveis na trajetória do BNDES.” (Foto: Vale/Arquivo/Divulgação)



