A previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a colheita de grãos, leguminosas e plantas oleaginosas em 2023 é de 347,4 milhões de toneladas.
O volume cresceu 0,4% em relação à colheita do ano anterior, totalizando mais de 1,3 milhão de toneladas a mais do que em 2025, que registrou 346,1 milhões de toneladas. As informações foram apresentadas nesta terça-feira (14).
De acordo com dados do IBGE, a extensão destinada à colheita alcança 83,2 milhões de hectares, mostrando um incremento de 1,6 milhão de hectares em comparação a 2025, o que representa um aumento de 1,9%. Em comparação com o mês anterior, a área prevista para a colheita teve uma redução de 60.985 hectares (-0,1%).
Os três principais produtos dessa categoria são o arroz, o milho e a soja, que juntos correspondem a 92,8% da previsão de produção e ocupam 87,4% da área destinada à colheita.
A previsão de produção de soja alcançou 174,8 milhões de toneladas. Em relação ao milho, a estimativa ficou em 136,5 milhões de toneladas, sendo 29,7 milhões na primeira safra e 106,8 milhões na segunda safra.
A produção de arroz (in natura) foi avaliada em 11,2 milhões de toneladas; a do trigo em 6,6 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em grão) em 9,1 milhões de toneladas; e a do sorgo em 5,6 milhões de toneladas.
Conforme o levantamento realizado, a produção de grãos, leguminosas e oleaginosas nas principais regiões foi distribuída da seguinte forma: Centro-Oeste, com 172,4 milhões de toneladas (49,6%); Sul, com 92,4 milhões de toneladas (26,5%); Sudeste, com 30,8 milhões de toneladas (8,9%); Nordeste, com 29,8 milhões de toneladas (8,6%); e Norte, com 22,2 milhões de toneladas (6,4%).
Mato Grosso se destaca como o principal produtor de grãos do Brasil, contribuindo com 31,3% da produção total. O Paraná ocupa a segunda posição com 13,7%, seguido pelo Rio Grande do Sul com 10,7%, Goiás com 9,7%, Mato Grosso do Sul com 8,4% e Minas Gerais com 5,5%. Juntas, essas unidades da federação respondem por 79,3% da produção nacional. (Foto: Reprodução)
Por Opinião em Pauta com informações da Ag.BR



