Membros do STF (Supremo Tribunal Federal) comentam de forma reservada que ficaram surpresos com a rejeição sofrida pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, que foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a posição na corte.
Nos bastidores do tribunal, existe a preocupação de que a rejeição a Messias provoque uma crise institucional entre os poderes Executivo e Legislativo.
Em declaração, o presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que o tribunal “renova seu reconhecimento à prerrogativa constitucional do Senado Federal”, ressaltando que “aguarda, com calma e um senso de responsabilidade institucional, as medidas constitucionais necessárias para o adequado preenchimento da posição disponível“.
O ministro da SRI (Secretaria-Geral da Presidência), Guilherme Boulos, expressou sua indignação nas redes sociais em relação ao desprezo pela indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal). Ele comentou que “o Senado ficou prejudicado após este triste episódio“.
“A parceria entre o bolsonarismo e a manipulação política triunfou na recusa do nome de Jorge Messias para o STF. O Senado sai diminuído dessa situação triste”, expressou.
O ministro foi o primeiro a comentar sobre a significativa derrota do governo no Palácio do Planalto. (Foto: Reuters)
Por Opinião em Pauta com informações da CBN



