A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre que terminou em agosto de 2025, permanecendo no nível mais baixo desde o início da série histórica em 2012. Esse percentual indica uma redução de 0,6 ponto percentual em comparação ao trimestre anterior e de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2024. Conforme informações publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas desempregadas atingiu 6,08 milhões, o menor já registrado.
Taxa de ocupação histórica
O número de trabalhadores empregados atingiu 102,4 milhões, apresentando um crescimento de 555 mil pessoas no último trimestre e 1,9 milhão em comparação a 2024. A taxa de ocupação manteve-se em um patamar histórico de 58,8%.
O rendimento médio real atingiu R$ 3.488, mantendo-se constante em comparação ao trimestre anterior, porém apresentando um aumento de 3,3% em relação ao ano passado. A massa de rendimento regular somou R$ 352,6 bilhões, com um crescimento de 5,4% ao longo de um ano.
A taxa de subemprego diminuiu para 14,1%, atingindo o menor índice registrado até agora, enquanto o total de pessoas desalentadas caiu para 2,7 milhões, o que representa o menor número desde janeiro de 2016.
Recorde no emprego formal
O setor privado alcançou uma marca histórica com 52,6 milhões de funcionários. Desses, 39,1 milhões contavam com registro em carteira, o que representa um aumento de 3,3% em relação ao ano anterior. Por outro lado, o número de trabalhadores sem registro caiu para 13,5 milhões.
O serviço público contou com 12,9 milhões de funcionários, enquanto o número de trabalhadores autônomos alcançou 25,9 milhões.
A agricultura, a criação de animais e a pesca registraram um aumento de 4,4% no período de três meses, enquanto os setores de administração pública, saúde e educação cresceram 1,7%. Por outro lado, os serviços domésticos apresentaram uma redução de 3%.
Em termos de rendimento médio, houve aumentos expressivos na agricultura, na construção civil, na administração pública e nos serviços domésticos ao serem comparados com o ano anterior. (Foto: Reprodução)
Por Opinião em Pauta com informações do Econômico



