O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou nesta sexta-feira (15) ao Alasca, EUA, onde realizará conversas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou um correspondente da agência RIA Novosti.
Putin se tornou o primeiro líder russo a visitar o Alasca.
Mais cedo, o Air Force One, que transporta o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pousou na Base Conjunta Elmendorf-Richardson, antes do encontro.
Os líderes russo e norte-americano se reunirão na região norte de Anchorage, no Alasca, também nesta sexta. De acordo com a Casa Branca, a reunião começará às 11h no horário local. O objetivo é discutir um cessar-fogo para a guerra na Ucrânia.
Sorrisos e acenos
Com sorrisos estampados, os dois se saludaram e fizeram fotos para os jornalistas antes de seguirem para a base militar Elmendorf-Richardson, localizada em Anchorage, onde ocorrerá o encontro.
Trump aplaudiu Putin enquanto o esperava se aproximar após desembarcar do avião presidencial da Rússia, sendo recompensado com gestos de ‘joinha’ em resposta.
Assim que entrou no carro, Putin foi avistado sorrindo e acenando.
Ao chegarem à instalação militar, os dois tiraram novas fotos ao lado de assessores e secretários, mas não fizeram comentários.
Donald Trump e Vladimir Putin representam as principais figuras na atual dinâmica da geopolítica global. Segundo Putin, a reunião entre eles pode ser capaz de “estabelecer a paz no mundo“.
Para Donald Trump, as conversações se assemelharão a uma partida dexadrez.
Este é o primeiro encontro entre as duas nações desde o começo do conflito na Ucrânia, em fevereiro de 2022, e a primeira reunião privada entre os dois mandatários desde 2018.
A análise da mídia dos Estados Unidos sugere que, desta vez, um Trump mais assertivo e capacitado pode enfrentar o líder russo. Contudo, o confronto não será tranquilo: Vladimir Putin, ex-dirigente da KGB, a antiga agência de espionagem russa, está no controle por um período de 25 anos e possui treinamento para manipular e decepcionar seus adversários — que, na época, eram os americanos. (Foto: Reuters)
Por Opinião em Pauta com informações da Reuters



