O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou que as terras raras e minerais essenciais serão parte de uma política nacional que está sendo desenvolvida, com a finalidade de salvaguardar esse recurso e mantê-lo sob a supervisão do governo federal.
O presidente Lula mencionava as discussões e a luta contra o aumento de tarifas exigido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros exportados, além das sanções impostas pelo governo americano a membros do Judiciário.
Lula fez um discurso na cerimônia de inauguração da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, realizada nesta terça-feira (5).
“Defender nossa soberania é um compromisso que transcende todas as ideologias e partidos. O Governo se compromete a manter firme sua responsabilidade de defendê-la”, afirmou Lula.
A reunião contou com a presença de representantes de diversos setores empresariais, sindicatos, organizações da sociedade civil, artistas e instituições acadêmicas, além de outros grupos sociais.
O presidente declarou, em meio a observações espontâneas e à leitura de seu discurso elaborado, que uma das verdadeiras razões por trás das ações de Trump não é nem mesmo de natureza política; em um nível mais básico, trata-se apenas de questões eleitorais.
Lula voltou a disparar críticas ao grupo Bolsonaro e seus simpatizantes por suas ações prejudiciais ao país, incentivando Trump a sabotar a economia nacional. Embora não tenha mencionado essas figuras de forma explícita, Lula declarou:
“Em nenhum aumento de tarifa ocorrido em outros países, houve tentativa de intervenção na autonomia dos poderes nacionais. Essa intromissão teve o apoio de autênticos traidores, que buscaram e promovem abertamente ações contrárias ao Brasil. Diversos segmentos da economia sofrem as consequências da covardia daqueles que se uniram a interesses externos, alheios ao bem de nossa nação”, afirmou. (Foto: Ricardo Stuckert)
Por Opinião em Pauta com informações da Secom/PR



