Na última sexta-feira (14), a maioria dos integrantes da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) optou por transformar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em réu, acusado de coação no decorrer do processo.
No mês de setembro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em um inquérito que investigou a colaboração do deputado com o governo dos Estados Unidos a fim de implementar tarifas elevadas sobre as exportações brasileiras, além de suspender vistos para ministros do governo federal e do Supremo Tribunal. A apuração foi realizada pela Polícia Federal, que formalizou a acusação contra o parlamentar.
Após a deliberação, o seguinte passo será o início de um procedimento penal contra o parlamentar. Ao longo da fase de instrução do caso, ele terá a oportunidade de indicar testemunhas, apresentar evidências que comprovem sua inocência e solicitar investigações particulares que sejam relevantes para sua defesa.
Eduardo saiu do Brasil em fevereiro deste ano e se encontra nos Estados Unidos. O político solicitou uma licença do seu cargo por um período de 120 dias. Desde o dia 20 de julho, quando a licença expirou, o deputado não tem comparecido às reuniões e corre o risco de ter seu mandato cassado devido às faltas. (Foto: Reprodução)
Por Opinião em Pauta com informações da Ag. Folha



