Plano golpista: presidente do IVL segue foragido

Carlos Rocha, presidente do IVL (Instituto Voto Legal), permanece em local desconhecido após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ter ordenado sua prisão preventiva no último sábado (27).

A decisão de prender foi feitapor iniciativa própria“, ou seja, sem solicitações da PGR (Procuradoria-Geral da República) ou da PF (Polícia Federal). Essa medida visou prevenir futuras fugas de indivíduos condenados.

A determinação ocorreu após a prisão do ex-diretor geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, no Paraguai, na manhã de sexta-feira (26).

Dados iniciais sugerem que Silvinei teria removido a tornozeleira eletrônica e se deslocado de carro de Santa Catarina até o país vizinho. Ele estava tentando embarcar em um voo para El Salvador com documentos que não eram seus e foi detido pela imigração paraguaia.

No dia 27 de sábado, em uma ação preventiva, dez ordens de prisão foram emitidas, mas somente Carlos Rocha continua em fuga. Além da prisão em casa, foram estabelecidas medidas cautelares, incluindo a restrição ao uso de redes sociais e a proibição de se comunicar com outros investigados.

O líder do IVL recebeu uma pena de sete anos e seis meses de detenção por sua envolvimento em um esquema de golpe. Sua contribuição teria consistido na elaboração e na disseminação de um relatório fictício que apontava supostas falhas nas urnas, com o intuito de justificar a contestação dos resultados das eleições.

Ele foi julgado culpado somente em relação a dois dos cinco delitos indicados pela PGR: formação de uma organização criminosa armada e tentativa de remoção violenta do Estado Democrático de Direito. (Foto: CNN / Reprodução)

Por Opinião em Pauta com informações da CNN Brasil

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