Lula abre 16 pontos sobre Flávio Bolsonaro no eleitorado feminino

Nova pesquisa realizada pela Meio/Ideia, publicado nesta quarta-feira (8), indica que o comportamento dos eleitores, quando analisado por gênero, impacta diretamente a corrida eleitoral para a Presidência da República em 2026. A pesquisa aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ostenta uma considerável vantagem entre o eleitorado feminino, ao passo que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera entre os homens.

No público masculino, Flávio Bolsonaro obtém 46,3% das preferências eleitorais, enquanto Lula possui 39,2%. No entanto, entre as eleitoras, a situação muda consideravelmente: o presidente atinge 50,4%, estabelecendo uma vantagem de mais de 16 pontos percentuais em relação ao deputado, que alcança 34,2%.

As estatísticas revelam uma separação nítida entre os votos de homens e mulheres, destacando a polarização presente na disputa pela presidência.

 

Voto estimulado

No cenário projetado com base nas respostas dos entrevistados, Lula se destaca na corrida eleitoral, acumulando 40,4% das preferências de voto. Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição, com 32%, continuando a ser o principal concorrente do presidente em exercício.

O estudo revela que a maioria dos eleitorestomou sua decisão para o pleito. De acordo com a pesquisa, 64% dos cidadãos brasileiros dizem que seu voto está decidido, o que diminui a probabilidade de alterações significativas nas preferências eleitorais durante a campanha.

Os outros pré-candidatos estão significativamente atrás dos dois líderes. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), tem 4% das preferências eleitorais, enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alcança 2,5%.

Disputa no segundo turno

No segundo turno, Lula continua à frente de Flávio Bolsonaro. O presidente registra 45%, enquanto o senador alcança 40%.

A pesquisa foi conduzida entre 3 e 6 de julho de 2026, através de entrevistas por telefone com 1.500 eleitores em diversas regiões do país. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, tanto para cima quanto para baixo, com um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-05628/2026. (Foto: Reprodução)

Por Opinião em Pauta com agências de notícias

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