14 deputados federais devem ser afastados por motim na Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sugeriu a suspensão do mandato por um período de até seis meses para quatorze parlamentares. Entre eles, doze pertencem ao PL, partido de Jair Bolsonaro (PL).

A determinação foi revelada em razão da confusão ocorrida nesta semana. Supporters do ex-presidente tentaram bloquear o começo da reunião do Legislativo, buscando forçar a Casa a votar propostas de anistia para o político de extrema direita e para bolsonaristas envolvidos em atividades golpistas.

Os parlamentares poderão ter seus mandatos suspensos ou cassados, segundo a publicação no Diário Oficial da Câmara.

A Corregedoria vai analisar representações contra o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da oposição, Zucco (PL-RS), os deputados Carlos Jordy (PL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG), Caroline de Toni (PL-SC), Marco Feliciano (PL-SP), Domingos Sávio (PL-MG), Zé Trovão (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Marcos Pollon (PL-MS) e Julia Zanatta (PL-SC). Há ainda o deputado Allan Garcês (PP-MA) e o líder do Novo, Marcel Van Hattem (Novo-RS).

Deputada do PT não aparece no documento oficial, apesar de representação do PL. O partido pediu a suspensão do mandato de Camila Jara (MS) após a denúncia de ter empurrado Nikolas Ferreira (PL-MG) atrás da cadeira de Motta no plenário.

O Conselho de Ética irá avaliar as recomendações apresentadas pelo presidente da Câmara. A Secretaria-Geral da Mesa informou que as reclamações relacionadas a comportamentos ocorridos durante a rebelião foram enviadas para a Corregedoria Parlamentar. (Foto: Reprodução)

 

Por Opinião em Pauta com informações de agências de notícias

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