Nesta quinta-feira (24), um avião de passageiros caiu na área de Amur, localizada no leste da Rússia, conforme relataram os órgãos locais. De acordo com informações iniciais, não há sobreviventes do acidente, conforme noticiado pela agência de notícias russa Tass.
A aeronave, um Antonov-24 com dois motores da época soviética, administrada pela Angara Airlines, estava em trajeto de Blagoveshchensk para Tynda quando sumiu dos equipamentos de radar, conforme informou o governador da área, Vassily Orlov.
Após algumas horas, partes do avião foram localizadas em chamas em uma colina a aproximadamente 15 km de Tynda, conforme informações de autoridades mencionadas pela agência Interfax. Um vídeo liberado pela autoridade de aviação civil da Rússia revela a cena do acidente.
Ainda não se tem uma explicação clara sobre o que provocou a queda da aeronave. De acordo com a Tass, uma das hipóteses levadas em conta pelas autoridades é que a equipe de voo cometeu um erro devido à baixa visibilidade.
O vídeo abaixo mostra destroços da aeronave.
“Enquanto realizavam as buscas, um helicóptero Mi-8 da Rossaviatsiya encontrou a carcaça da aeronave em chamas. (…) As equipes de resgate estão prosseguindo em direção ao local do sinistro”, postou Yuliya Petina, uma integrante dos serviços de emergência, em sua conta no Telegram.
As autoridades divulgaram a iniciação de uma apuração referente ao acidente. De acordo com o Kremlin, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi notificado sobre a queda da aeronave e está recebendo informações atualizadas sobre a situação.
Até a última atualização desta matéria, não foi possível confirmar o total de passageiros na aeronave, mas as estimativas indicam que havia entre 40 e 50 pessoas a bordo. De acordo com Oslov, havia 43 indivíduos no voo, sendo cinco crianças e seis membros da tripulação. Em contraste, o Ministério de Emergências da Rússia divulgou uma estimativa de 40 pessoas. Enquanto isso, a mídia local relata que 50 passageiros estavam na aeronave. (Foto: Divulgação/X)
Por Opinião em Pauta com informações da Agência Tass e G1



