Três propostas criadas por arquitetos e urbanistas afro-descendentes foram escolhidas para a realização de ações urbanísticas na área denominada Pequena África, localizada no coração do Rio de Janeiro.
Além de serem responsáveis pelas intervenções, os selecionados irão repartir um prêmio de R$ 130 mil. O concurso, realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), teve seus resultados divulgados na quarta-feira passada (25), na sede da instituição financeira, localizada no Rio de Janeiro.
O objetivo da competição era escolher profissionais negros, ou grupos liderados por negros, para desenvolver um projeto que funcionasse como um museu ao ar livre na área da Pequena África, que é considerada o ponto de origem da influência africana no Brasil.
A competição, iniciada em 21 de março – data em que se comemora o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e das Nações do Candomblé – estabelecia que as propostas deveriam favorecer a formação de um espaço urbano coeso e eficiente.
As iniciativas poderiam incluir atividades culturais, abordagens para a mobilidade nas cidades, além de propostas para comunicação visual, equipamentos urbanos e pequenas intervenções. O objetivo central era promover a valorização do patrimônio, incentivar a economia criativa e aumentar o acesso à cultura. O intuito era proporcionar aos visitantes que circulam pela área a sensação de estarem em um museu a céu aberto. (Foto: André Telles/BNDES)
Por Opinião em Pauta com informações da Rede Brasil



