Belém (PA) – Salinópolis, no nordeste do Pará ou Salinas, como o povo prefere chamar, assim como outras cidades paraenses sempre foi mais do que suas belas praias. No vai e vem das marés, a cidade cresceu, mas cresceu aos trancos. Vieram os turistas, vieram os empreendimentos, vieram os problemas também. A desigualdade chegou antes da infraestrutura. E com ela, a urgência de se reinventar.
E o governo estadual e federal viu que era preciso cuidar do povo antes de abrir as portas para o mundo. Com a COP 30 na Amazônia marcada para novembro de 2025, em Belém, governantes notaram que era preciso se qualificar para receber bem os visitantes do mundo todo.
Foi aí que entrou em cena o programa Capacita COP 30. Com R$ 35 milhões garantidos por emenda parlamentar do senador Beto Faro (PT) e da deputada federal Dilvanda Faro (PT), em parceria com o Governo do Estado, o projeto começou qualificar centenas de moradores nas áreas do turismo, da gastronomia, da segurança, da infraestrutura, todo mundo aprendendo, se preparando, e dispostos a serem protagonista deste evento.
Em Salinópolis, já são pelo menos 250 pessoas capacitadas. No Pará inteiro, mais de 22 mil, e estes números seguem aumentando. A meta é clara: não apenas receber visitantes do mundo todo, mas mostrar a eles a força de um povo que transforma ingredientes simples em verdadeiros banquetes.
“Esse é o papel da política: incluir, preparar, avançar na qualidade de vida e no desenvolvimento do nosso povo”, resume o senador Beto Faro. Já a deputada Dilvanda não esconde o orgulho: “O mundo vai provar nossa culinária e vai sentir que, além dos sabores, há sempre uma pitada de amor”.
A COP 30 ainda não começou. Mas em Belém, cede do evento e no coração da Amazônia, já tem muita gente fazendo história de avental, com sorriso no rosto e o futuro na ponta dos dedos.
Na imagem destacada, certificação de pessoas da comunidade de Salinópolis. (Foto: Agência Pará)
Informação da assessoria parlamentar.



