O término do regime 6×1, que estabelece um dia de folga após seis dias de trabalho, tem sido uma questão de destaque na estratégia do governo Lula (PT) antes das eleições. Embora o termo faça referência aos dias trabalhados, a proposta do governo será a diminuição da carga horária, passando de 44 horas semanais para 40 horas, conforme afirmou Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego.
“Não devemos converter isso em Fla-Flu”, afirma.
Uma das metas estabelecidas pelo governo Lula para este ano é a regulação do trabalho realizado através de aplicativos, o que pode ter a possibilidade de progredir no Congresso.
O documento elaborado pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PB) está agendado para votação em uma comissão especial no mês de março, e, em seguida, será levado ao plenário.
“Com a aprovação, os trabalhadores conseguem assegurar a chance de lutar por mais a partir desse ponto. Não é viável manter a situação como está”, declara.
Marinho, que atualmente está licenciado de seu cargo como deputado federal, anunciou que não participará das eleições deste ano.
Em outubro, ele, ex-presidente do PT em São Paulo, afirma que acredita nas possibilidades de Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, vencer Tarcísio de Freitas, do Republicanos, na corrida pelo governo do estado, e rejeita a ideia de que o caso Master possa prejudicar Lula. (Foto: Reprodução)
Por Opinião em Pauta com informações da Agência Folha



